Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009
Desafio em Cadeia 2nd round :)

 

O desafio a que dou continuidade começou aqui no cantinho da minha querida Amiga Marta.

 

Muito sucintamente este desafio em cadeia consiste:

 

1 – Eu dou-vos uma PALAVRA e vocês escrevem qualquer coisa sobre ela (uma frase, um poema ou mesmo um texto);

2 - As respostas podem ser feitas por comentário ou para o e-mail que tenho no perfil.

3 - Os trabalhinhos devem ser entregues no prazo de uma semana.

4 – O Vencedor recebe um livro e coloca o mesmo desafio no seu blog e compromete-se (depois de ler o livro claro está) a passar o livro a quem vencer o seu desafio e quem vencer vai ter de fazer o mesmo.

 

O Livro em causa é a "Arvore dos Segredos", de Santa Montefiore.

Um livro que nos dá entrada directa numa história de amor, em que sentimos a paixão e o amor, a alegria e a tristeza, os encontros e desencontros da vida. Adoro quando os livros me tocam, me fazem sentir parte deles, me fazem rir e chorar, e foi isso que aconteceu. Vivi momentos de amor puro e momentos de grande coragem e atitude perante os obstáculos das vidas dos seus personagens, e que se traduzem numa nova aprendizagem que me dá um (ainda) maior sentido de vida!

 

A palavra escolhida por mim é: SENSIBILIDADE 

 

Quem alinha?

 

Ps: durante os próximos dias todos os comentários ficam em estado de moderação, por isso não se admirem que não apareçam de imediato assim que submetidos, como é hábito acontecer com os amigos mais próximos do meu perfil :)

 



publicado por Sheila às 01:02
link do post | favorito

De Marta M a 27 de Agosto de 2009 às 23:40
Sheila :
Olá. Para quando o nosso café?
Aqui vai o meu contributo (também enviarei para o mail ) para o desafio...Fica à tua consideração ;)
SENSIBILIDADE
Sensibilidade
O que é isso?
O conceito formal diz-nos que “sensibilidade” é a faculdade de experimentar sensações físicas ou a faculdade de sentir ou experimentar prazer e dor, sensações e sentimentos.
Pessoalmente e apropriando-me do conceito, acreditei durante algum tempo que ter sensibilidade era a capacidade de vibrar de forma mais intensa, comigo e com os outros, em situações mais ou menos frequentes. Poderia ser a capacidade de emocionar-se com um filme, uma pessoa, um poema, uma citação ou um livro e depois aprender com eles incorporando-os na minha prática relacional, tornando-a mais “sensível”e rica… Acreditava também que era a capacidade de ler a realidade sob um ponto de vista mais humano e solidário, inusual até…
Posteriormente comecei a ouvir todos a afirmarem-se como “sensíveis” e, por isso, tantas vezes magoados nessa sensibilidade. Ao mesmo tempo reparava que esses mesmos “sensíveis” pouco se ocupavam do sentir dos outros ou das suas necessidades. Foi estranho escutar as ditas “pessoas sensíveis” falarem das suas carências afectivas e observar como o “eu, eu/preciso, preciso/não tenho/falta-me” era recorrente nas conversas e perceber que raramente existia um olhar de reconhecimento das “sensibilidades” dos outros. Nem mesmo para os mais próximos.
Há aqui incoerência evidente, ou é impressão minha?
Explico melhor: Com a experiência da vida pude perceber que tudo e todos se consideram sensíveis e se queixam da pouca atenção e do pouco amor que recebem, mas quase nunca tentam semear o que pretendem colher… Usando uma imagem concreta, é como aquela história do marido que se queixa da mulher, emocionalmente”moribunda”, esquecendo-se que foi ele que a matou com tanta insensibilidade...Ironias.
Por isso, para mim, ser sensível e ter “sensibilidade apurada”, é principalmente ser coerente com essa característica. Em tudo. Ou seja, ter um sentir apurado para me relacionar comigo, com os outros ou com o mundo. Ter sensibilidade não é apenas uma forma apurada de cuidar dos meus interesses, chorar num filme ou sentir-me magoada…
Parece, portanto, pelo que fica dito, deste conceito algo intangível, que consegui explicar com mais claridade, o que ele não é. Costuma ser assim.
Concluindo: Se não tenho sensibilidade para “sentir” a existência da sensibilidade do outro então não sou, de facto, sensível.
Ou posso ser sensível ignorando os outros?
Fica a questão.
Marta Martins - Coimbra
------------------
Abraço


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